Klabin tem prejuízo de R$ 438,1 milhões no 2º trimestre
Fonte: Valor Investe (06 de agosto de 2020)
A Klabin registrou um prejuízo líquido atribuído aos controladores de R$ 438,1 milhões no segundo trimestre. No mesmo período de 2019, a companhia havia registrado lucro de R$ 70,2 milhões.
O resultado foi fortemente afetado pelo resultado financeiro, que atingiu um prejuízo de R$ 1,4 bilhão, um salto de 312% em relação ao resultado negativo de um ano antes, com intensa pressão cambial.
A taxa de câmbio encerrou o trimestre a R$ 5,48 por dólar (uma desvalorização de 43% do real ante o dólar na comparação com o segundo trimestre de 2019), impactando negativamente o valor de marcação a mercado de swap de taxas de juros em R$ 464 milhões.
Estes swaps são atrelados a financiamentos contratados em reais e que por meio destes instrumentos financeiros tem efeito similar a um passivo contratado em dólares, explica a empresa.
A desvalorização do real também gerou efeito negativo na linha de variação cambial líquida em R$ 752 milhões do período, devido ao impacto no endividamento em dólar da Klabin.
A desvalorização do real, porém, auxiliou na linha de receitas da empresa, que cresceram 14%, para R$ 2,99 bilhões, também impulsionadas pelo maior volume de vendas.
A Klabin registrou um volume total de vendas, excluindo madeira, de 858 mil toneladas, que representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
“O aumento no volume de vendas somado a desvalorização cambial no período mais do que compensaram os preços ainda deteriorados de commodities como a celulose”, diz a companhia.
A companhia também decidiu postergar a parada de manutenção da Unidade de Monte Alegre para o terceiro trimestre deste ano, em contraste com o segundo trimestre do ano passado cujo custo total da parada representou aproximadamente R$ 90 milhões.
Assim, com aumento de receita e deflação em algumas linhas de custos, em especial de energia elétrica e combustível, a Klabin registrou um Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 1,33 bilhão no período, aumento de 39% em relação ao segundo trimestre de 2019.
A empresa destacou que o Ebitda ajustado foi o melhor resultado trimestral da sua história, apontando que esse foi um momento de muitas incertezas por causa da pandemia da covid-19.
O resultado foi fortemente afetado pelo resultado financeiro, que atingiu um prejuízo de R$ 1,4 bilhão, um salto de 312% em relação ao resultado negativo de um ano antes, com intensa pressão cambial.
A taxa de câmbio encerrou o trimestre a R$ 5,48 por dólar (uma desvalorização de 43% do real ante o dólar na comparação com o segundo trimestre de 2019), impactando negativamente o valor de marcação a mercado de swap de taxas de juros em R$ 464 milhões.
Estes swaps são atrelados a financiamentos contratados em reais e que por meio destes instrumentos financeiros tem efeito similar a um passivo contratado em dólares, explica a empresa.
A desvalorização do real também gerou efeito negativo na linha de variação cambial líquida em R$ 752 milhões do período, devido ao impacto no endividamento em dólar da Klabin.
A desvalorização do real, porém, auxiliou na linha de receitas da empresa, que cresceram 14%, para R$ 2,99 bilhões, também impulsionadas pelo maior volume de vendas.
A Klabin registrou um volume total de vendas, excluindo madeira, de 858 mil toneladas, que representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
“O aumento no volume de vendas somado a desvalorização cambial no período mais do que compensaram os preços ainda deteriorados de commodities como a celulose”, diz a companhia.
A companhia também decidiu postergar a parada de manutenção da Unidade de Monte Alegre para o terceiro trimestre deste ano, em contraste com o segundo trimestre do ano passado cujo custo total da parada representou aproximadamente R$ 90 milhões.
Assim, com aumento de receita e deflação em algumas linhas de custos, em especial de energia elétrica e combustível, a Klabin registrou um Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 1,33 bilhão no período, aumento de 39% em relação ao segundo trimestre de 2019.
A empresa destacou que o Ebitda ajustado foi o melhor resultado trimestral da sua história, apontando que esse foi um momento de muitas incertezas por causa da pandemia da covid-19.
