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Presidente da República de Portugal defende que o Porto de Sines pode funcionar como hub euro-atlântico para a energia


Fonte: Portos de Portugal (3 de maio de 2022 )

O Presidente da República apresentou esta segunda-feira Portugal como um país que pode ter “papel decisivo”, por exemplo, na segurança energética, com o Porto de Sines como hub euro-atlântico e beneficiando da localização dos Açores.

 

“Portugal tem todas as condições para desempenhar um papel decisivo”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), em Lisboa.

 

Numa intervenção em inglês, o chefe de Estado assinalou que Portugal tem “uma das maiores plataformas continentais e zona económicas exclusivas da Europa” e vai fazer “um investimento mais forte em Defesa e Segurança agora e nos anos próximos anos”.

 

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que Portugal registou “a melhor taxa de crescimento económico na União Europeia no primeiro trimestre deste ano” e oferece “um apoio sólido às relações transatlânticas”, concluindo: “Numa palavra, estamos prontos para qualquer desafio nos anos que aí vêm”.

 

“Na segurança energética, para mencionar um tópico geopolítico vital, Portugal tem a geografia do seu lado, com uma vasta área marítima e o Porto de Sines como um hub euro-atlântico crucial para o fornecimento de gás e de energia verde mas também para centros tecnológicos e de grandes arquivos de dados, críticos para a rede de cabos de internet que atravessa o oceano Atlântico, por exemplo, entre Portugal e o Brasil”, referiu.

 

Portugal quer estar “no centro” do processo de integração europeia e participar “no reforço coletivo” da Aliança Atlântica, na “melhoria estratégica” da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na “consolidação do diálogo” entre os países do Sul e do Norte do Atlântico, da América Latina à África, disse.

 

“E para isso temos o centro atlântico nos Açores como um instrumento fantástico”, realçou o Presidente da República.

 

Ao mesmo tempo, quer fortalecer “relações bilaterais estratégicas” como a que mantém com os Estados Unidos da América, prosseguiu.

 

Segundo o chefe de Estado, Portugal e os Estados Unidos da América podem “trabalhar ainda melhor no diálogo político, na educação, ciência e cultura, nas oportunidades de comércio e investimento”.

 

Neste ponto, fez uma interrupção para mencionar que “atualmente está a aumentar o número de turistas americanos e o investimento americano em Portugal, sobretudo em Lisboa e no Porto e respetivas áreas metropolitanas, em energia verde e ‘clusters’ tecnológicos e industriais, e, claro, em matéria de Defesa e Segurança”.

 

Relativamente à Segurança e Defesa, o Presidente da República observou: “Áreas em que os nossos dois países estiveram mais integrados durante várias décadas”.


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