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Obra do terminal de celulose do Porto de Paranaguá avança e unidade deve iniciar operação já neste ano


Fonte: Portos do Paraná (13 de abril de 2022 )
Obra do terminal de celulose do Porto de Paranaguá avança e unidade deve iniciar operação já neste ano – Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

 

Com inovações em tecnologia e sustentabilidade, a construção do novo terminal de celulose no cais do Porto de Paranaguá, que começou em junho de 2021, está avançada e a expectativa é que seja concluída no segundo semestre deste ano, para que a primeira operação pelo armazém aconteça em de dezembro. O investimento é de R$ 120 milhões, feito pela Klabin, fabricante de celulose, com unidade industrial em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais.

 

A área, de 27.530 metros quadrados, foi arrematada pela empresa em leilão realizado pela Portos do Paraná em agosto de 2019. O contrato de concessão foi assinado no início de 2020, encerrando duas décadas sem novos arrendamentos no Porto de Paranaguá. O contrato de exploração da área é de 25 anos, prorrogáveis por mais 45 anos.

 

Para o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a obra, além de ser um marco para o Porto de Paranaguá, é também referência pela agilidade e a qualidade. “Temos a confiança de uma grande empresa em investir no Porto de Paranaguá cerca de R$ 120 milhões, gerando emprego, renda e dando uma utilidade para uma área que, até então, não estava operacional”, diz ele.

 

O diretor de Planejamento Operacional, Logística e Suprimentos da Klabin, Sandro Ávila, informa que a construção está adiantada no cronograma. Segundo ele, a parte do acesso ferroviário externo já está praticamente concluída, com um novo encoste cruzando a Avenida Portuária. No acesso interno dos vagões, agora a empresa faz o assentamento dos trilhos. “Hoje, estamos com essa obra em torno de 20% à frente no calendário”, garante.

 

ATRATIVOS – Esse investimento, de acordo com Luiz Fernando Garcia, foi atraído principalmente pelo fato e os portos paranaenses serem uma opção logística eficiente. “A Klabin, uma empresa grande, espera que essa eficiência seja refletida em vantagem comercial”, afirma Garcia. “Nossa obrigação é colaborar no desenvolvimento da obra e garantir que as operações sejam feitas da forma mais eficiente possível, sejam elas de recepção da carga via terrestre ou de embarque no navio.”

 

Em visita à obra, o diretor empresarial da Portos do Paraná, André Pioli, destacou as oportunidades que vêm com o novo terminal. “A obra está perto de ser entregue e gerar mais de 160 empregos direto e muitos outros indiretos. Isso representa um avanço para a economia de Paranaguá e do Paraná”, afirma.

 

OPORTUNIDADES – Já nessa fase atual, a obra emprega cerca de 180 trabalhadores das mais diversas funções da construção. Sandro Ávila, da Klabin, explica que é um conjunto de fatores e iniciativas que garante a agilidade da obra. Um dos fatores que ele destaca é a autorização recebida da administração portuária e da Receita Federal do Brasil para que fosse feito um acesso privado exclusivo para a obra. “Isso deu condições para que a obra fosse feita sem interrupções e sem causar interrupções no porto. Foi um fato muito acelerador”, afirma Ávila.

 

SUSTENTABILIDADE – Tanto a obra quanto a operação preveem altos níveis de sustentabilidade. Durante a construção, por exemplo, a empresa optou por um concreto com malha de ferro. “Além de ser mais seguro para o manuseio, possibilita facilidade na operação, agilidade na hora de secagem e preparação final do piso”, comenta Ávila.

 

Além disso, no novo terminal já estão sendo instalados painéis solares, com energia fotovoltaica capaz de garantir a autossuficiência do consumo próprio – e aberturas foram feitas na cobertura para garantir claridade e reduzir o consumo de energia, durante os períodos mais claros do dia. “Também teremos um sistema de reuso de água. Enfim, tomamos o cuidado de trazer para esse terminal tudo o que há disponível de mais moderno”, diz Sandro Ávila.

 

Um processo que agora começa a ganhar força é o alfandegamento. De acordo com Ávila, a empresa já dispõe de todo o circuito de TV e de segurança – com câmeras de filmagem, servidores espelhados, como exige a Receita Federal, nos padrões do ISPSCode. “A obra estando pronta, a gente precisa, junto à Receita Federal, de um período de teste para ter a liberação. Esse processo está bastante avançado. Esperamos iniciar as atividades desse terminal ainda neste ano”, completa.


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