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Trabalhadores terão período de estabilidade em meio à privatização, diz ministro da Infraestrutura


Fonte: Santaportal (31 de março de 2022 )
Foto por: Divulgação Santaportal /Santos Brasil

 

Trabalhadores portuários terão um período de estabilidade contratual em meio à privatização do Porto de Santos, anunciou o ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas durante coletiva da B3 nesta quarta-feira (30).

 

A questão foi levantada pela diretora de Jornalismo do Sistema Santa Cecília de Comunicação e apresentadora do programa Porto e Negócios, Natalie Nanini, que acompanhou os leilões direto da B3 e questionou o ministro a respeito da desestatização prevista para o Porto de Santos.

 

De acordo com Freitas, o tratamento dado à mão de obra da companhia será parecido ao da Companhia de Docas do Espírito Santo (Codesa). Segundo ele, haverá uma estabilidade por um período de tempo para que haja adaptações ao processo de privatização “e também para que o novo concessionário possa ver onde estão os novos talentos”, explicou o ministro.

 

“Quando gera mais investimento, gera mais oportunidade, mais emprego. Temos ainda a questão do ensino profissionalizante para capacitar as pessoas, temos trabalhado com o Sopesp [Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo] para a criação de mais vagas. Estamos conversando com as categorias”, disse.

 

Freitas ainda comentou sobre a carga de investimentos que serão trazidos ao Porto em contrapartida à redução de tarifas: “No caso de Santos vai ter um benefício que virá das outorgas. Há algumas obrigações de investimento, como no viaduto da Alemoa, a Ligação Seca entre Santos e Guarujá e a interligação entre Santos e São Vicente. Vai ter um impulso com a nova operação portuária, mais eficiência, impulso no turismo, e no final das contas mais investimentos e empregos”.

 

Codesa

O Porto de Vitória (Espírito Santo) foi o primeiro a ser desestatizado no Brasil ao ser arrematado por R$ 106 milhões nesta quarta-feira (30). A vencedora do leilão foi a FIP Shelf 119 – Multiestrategia, que terá que investir R$ 335 milhões e aplicar outros R$ 520 milhões em custos com manutenção durante o período de concessão dos portos, que é de 35 anos.

 

O processo de desestatização é promovido pelo Governo Federal por meio do Ministério da Infraestrutura (MInfra) e o BNDES. Ainda nesta quarta, o governo realiza leilões de concessão de três terminais portuários.


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