SOPESP NOTÍCIAS

Home   /   Eventos   /   FIESP e TCU debatem regras fiscais no cenário pós-pandemia

FIESP e TCU debatem regras fiscais no cenário pós-pandemia


Fonte: FIESP (24 de março de 2022 )
Imagem: FIESP

 

O presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, participou na quarta-feira (23/3) de seminário sobre os desafios da economia brasileira no cenário pós-pandemia, primeiro dos cinco eventos que serão promovidos pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O encontro inicial, transmitido pela página da Fiesp no YouTube, teve como tema Regras fiscais: tendências e aprendizados internacionais.

 

O objetivo do seminário é qualificar os debates sobre os desafios atuais que os países têm enfrentado para delinear sistemas de regras fiscais no cenário pós-pandemia, especialmente quanto à garantia da responsabilidade fiscal, bem como fomentar o crescimento econômico e atender ao aumento da demanda por proteção social.

 

Segundo o presidente da Fiesp, a entidade entende a importância de debater temas significativos para o desenvolvimento nacional e tem buscado oportunidades de contribuir para trazer soluções aos desafios que se apresentam. “Recentemente anunciamos uma parceria com Febraban e a criação de um grupo de trabalho para podermos discutir as causas das elevadíssimas taxas de juros no Brasil. Obviamente, não poderíamos deixar de estar juntos ao TCU, órgão que conhece profundamente a formulação orçamentária do Brasil, para discutirmos o aspecto fiscal”, destacou Josué.

 

A necessidade de crescimento sustentável foi uma das prioridades apontadas por ele, a fim de permitir não somente a melhora do quadro econômico, mas também do quadro social. “O Brasil precisa aprimorar a formação e execução orçamentária, com política fiscal sustentada que retire do Banco Central a necessidade de praticar política monetária austera”, disse o presidente da Fiesp, ao referir-se ao aumento da taxa de juros como instrumento empregado para controlar a inflação.

 

O vice-presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, afirmou que a regulação do poder é o âmago das democracias contemporâneas. Neste contexto, as instituições são as regras do jogo para que a civilização funcione de forma apropriada, sendo as instituições fiscais apenas uma face dessa lógica. “E funcionam como limites para que os governantes possam dispor dos recursos públicos dentro das regras, de modo a preservar o jogo democrático contra os abusos”. Ele ainda destacou que a boa gestão das finanças públicas assegura a estabilidade e credibilidade para economia, ao criar ambiente favorável para a realização de investimentos públicos e privados.

 

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil, também participou do evento e abordou o cenário econômico global e brasileiro, e como os governos trabalharam políticas monetária e fiscal em ambiente de incerteza que o mundo atravessa neste momento.


Mais lidas


Celebramos hoje (12) o Dia Internacional da Enfermagem, data escolhida em homenagem ao aniversário de Florence Nightingale, considerada a pioneira da enfermagem moderna.   Para quem não sabe, a profissão tem origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficientes. […]

Leia Mais

Os assistidos pelo Instituto Portus de Seguridade Social, o fundo de pensão dos portuários, obtiveram importante vitória na Justiça. O juiz José Alonso Beltrame Júnior, da 10ª Vara Cível de Santos, concedeu liminar em que determina a suspensão do aumento na contribuição dos participantes da ativa e aposentados.   A ação civil pública foi promovida […]

Leia Mais

Por causa da curvatura da Terra, a distância na qual um navio pode ser visto no horizonte depende da altura do observador.   Para um observador no chão com o nível dos olhos em h = 7 pés (2 m), o horizonte está a uma distância de 5,5 km (3 milhas), cada milha marítima igual a 1.852 […]

Leia Mais