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Diretor da ANTAQ defende inovação e sustentabilidade dos portos em evento do Corredor Centro-Norte


Fonte: ANTAQ (8 de novembro de 2021 )
O debate foi promovido pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Corredor Centro-Norte – Adecon

 

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, Adalberto Tokarski, participou hoje (04) do primeiro dia do Road Show Integração e Desenvolvimento do Corredor Centro-Norte, realizado em São Paulo. Tokarski falou no painel O Papel da Inovação na Logística e a sua importância para o Corredor Centro-Norte do Brasil. O encerramento do evento será no próximo dia 09, em Brasília.

 

O debate foi promovido pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Corredor Centro-Norte – Adecon, e reuniu especialistas e autoridades do setor portuário, como o presidente do Porto do Itaqui, Ted Lago, o secretário Nacional de Transportes Terrestres – SNTT-MINFRA, Marcello Costa, e o diretor de Gestão e Modernização Portuária do Ministério da Infraestrutura, Otto Luiz Burlier.

 

Na oportunidade, Tokasrki comentou sobre os avanços tecnológicos que têm trazido maior produtividade aos portos brasileiros, mesmo com tecnologia de fora. “Em termos de competitividade na movimentação de contêineres, por exemplo, os nossos terminais não perdem para os portos mais importantes do mundo”, observou.

 

Para o diretor da ANTAQ, o país deve cada vez mais agregar sustentabilidade às inovações no setor de transporte aquaviário. “Para o transporte interno, o porto pode passar a usar veículo a gás ou elétrico. Isso já vem sendo feito na Europa com ganhos importantes no campo ambiental e pode ser aplicado aqui também”, afirmou.

 

O diretor lembrou que a ANTAQ também tem apoiado a adoção de novas tecnologias no setor de transporte aquaviário, promovendo estudos e eventos como o Prêmio ANTAQ que, além de estimular boas práticas ambientais nos portos e terminais privados por meio do Índice de Desempenho Portuário – IDA, também premia as melhores iniciativas inovadoras aplicáveis ao setor.

 

Na parte da navegação fluvial, Tokarski comentou que há muito o que fazer em termos de inovação para o transporte por rios avançar. “Na Amazônia, especialmente no transporte de cargas e passageiros – e o Maranhão está na Amazônia -, as embarcações têm 50 ou 60 anos. Apenas trocando-se os motores dessas embarcações por novos propulsores, já se consegue um avanço muito grande em termos de eficiência”, disse.

 

E, finalmente, em relação ao Corredor Centro-Norte, o diretor da ANTAQ manifestou que ainda que o Porto do Itaqui tenha todo um caminho pela frente na questão da inovação, “só o fato de ter um porto moderno, com muita tecnologia, e uma ferrovia também moderna e tecnológica já o torna bastante eficiente”.


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