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Environmental, Social & Governance (ESG) é pauta nos negócios e no setor portuário


Fonte: Santaportal (29 de outubro de 2021 )
Leonardo Ribeiro, gerente de Relações Portuárias e Sindicais da ADM do Brasil e Vice-Presidente do SOPESP

 

Environmental, Social &  Governance (ESG) virou pauta nos negócios e no setor portuário. De acordo com o diretor de Assuntos Portuários do Sistema Santa Cecília de Comunicação, Casemiro Tércio Carvalho, é uma releitura de ‘sustentabilidade’ e aborda, em tradução literal, meio ambiente, a frente social e a governança de uma empresa.

 

O Porto & Negócios da próxima quinta-feira (28), às 20h, recebe o presidente da Associação Comercial de Santos (ACS), Mauro Sammarco, o gerente de Relações Portuárias e Sindicais da ADM do Brasil, Leonardo Ribeiro, e o sócio da ModalGR, Luiz Simões, para conversar sobre como as práticas têm sido aplicadas.

 

Na manhã de quarta-feira (27), foi lançado um programa na Associação Comercial de Santos. “A ACS está trabalhando há um tempo para se adaptar dentro das atividades nos preceitos do ESG, com políticas de sustentabilidade, reuso da água, destinação de resíduos, implantação de sistemas de energia solar. Além disso, temos a própria capacitação dos talentos, com todo trabalho de reestruturação com orçamento, planejamento, matriz de responsabilidade. Temos uma política de governança muito bem definida”, definiu Sammarco.

 

Dentro do trabalho, a ACS desenvolveu para os associados e sociedade em geral, a criação do Grupo Temático de Sustentabilidade, onde surgiram as discussões do que poderiam oferecer para o município. Assim surgiu a proposta do IPTU verde.

 

“Já foi adotado em São Vicente. Lá têm as regras do que seguir para promover a sustentabilidade. E o munícipe ou empresa que cumprir o que foi previsto pode ter um benefício fiscal”, explicou.

 

Uma das associadas da ACS é a ADM, que assumiu o compromisso de repaginar a Ponta da Praia, discutindo com a sociedade a atividade portuária.

 

“A ADM está localizada em uma região com muitas residências. E a coexistência entre município e porto é muito intensa. O principal indicador que o que a ADM fez deu certo é que as reclamações pararam”, disse Ribeiro. 

 

Para ele, é possível residir na região “sem problemas”, pois existe um padrão adotado pela empresa no porto. “A sistemática adotada é um case de sucesso. Todas as esteiras transportadoras são blindadas, isoladas, então o produto fica enclausurado. Os carregadores de navios têm uma sistemática moderna. A carga cai em cascata. Os armazéns são isolados. Temos o sistema de despoeiramento, então o ar sai limpo. Há um sistema de filtro muito robusto, não só no próprio armazém. Os clientes olham a preocupação ambiental antes do preço”, destacou.

 

A ModalGR, diferentemente da ADM, lida com pessoas, não com cargas. Mas nem por isso a preocupação com ESG é menor. “Temos entregue inovações e tecnologia para os clientes, mas precisamos fazer o mesmo dentro de casa. Temos que fazer entregas para o planeta. Lançamos a campanha Vou de Bike, uma inovação no país em que disponibilizamos bikes elétricas para os colaboradores”, disse.

 

No site da empresa, pode ser acompanhado o quanto de CO² deixou de ser emitido pela escolha sustentável, o que é muito importante, visto que hoje, são 300 consultores e 45 estagiários trabalhando diariamente. “É um movimento que não tem mais volta, discutido no mundo inteiro. Mesmo sendo uma empresa que trabalha basicamente com pessoas, não deixamos de entregar resultados também para o mundo”, concluiu.

 


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