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Frenlogi debate ações para modernizar setor ferroviário do país em reunião no Congresso


Fonte: FRENLOGI (21 de outubro de 2021 )
Frente também discutiu o novo Marco Regulatório das Ferrovias, que reduz burocracias e facilita a construção e exploração de linhas férreas por empresas privadas – Foto: Gabinete Senador Wellington Fagundes

 

A Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura se reuniu nesta quarta-feira (20) para debater ações que modernizem o setor ferroviário brasileiro. O almoço da Frenlogi ocorre mensalmente para debater assuntos estratégicos para o país e estreitar laços com o setor privado e produtivo. Um dos temas discutidos foi o novo Marco Regulatório das Ferrovias, que foi aprovado no Senado Federal no início de outubro e será discutido na Câmara dos Deputados nas próximas semanas.

 

Entre as alterações legais, o texto do relator, senador Jean Paul Prates, permite que empresas privadas recebam autorização do Governo Federal para construir e explorar ferrovias. Nesse modelo, o poder público permite que o particular assuma os riscos da operação ferroviária – o que reduz sobremaneira os riscos financeiros para o Estado.

 

A reunião foi liderada pelo presidente da Frenlogi, senador Wellington Fagundes, e teve participação dos senadores Jean Paul Prates, Marcelo Castro e Zequinha Marinho; dos deputados Pedro Uczai, Hildo Rocha, Júlio Lopes, Hugo Leal, Cleber Verde, Vanderlei Macris, Professor Victório Galli e Rosana do Valle; do vice-presidente do Instituto Brasil Logística, Tiago Lima; do diretor de relações institucionais do IBL, deputado Edinho Bez; do diretor executivo da Sopesp, Ricardo Molitzas; além de representantes do setor ferroviário e portuário.

 

O presidente da Frenlogi, senador Wellington Fagundes, pontua que a Frente tem trabalhado incansavelmente pela imediata aprovação do novo Marco na Câmara – projeto que vai permitir a retomada econômica que o país precisa no pós-crise. Segundo ele, o novo marco incentivará novos investimentos em um modal de transportes com custo inferior e maior durabilidade, em comparação às rodovias. “Como consequência disso temos redução de acidentes, aumento de empregos e incremento na nossa competitividade”, acrescentou.


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