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Antaq cria grupo para discutir disponibilidade de contêineres


Fonte: SINDOP (18 de outubro de 2021 )

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) criou um grupo para tratar da questão da disponibilidade e do fluxo de restituição de contêineres nos portos e recintos alfandegados brasileiros. O problema vem se agravando com a proximidade do fim de ano, quando o consumo tradicionalmente já é mais alto, pressionando armadores e agentes logísticos. O diretor da Antaq, Adalberto Tokarski, contou, nesta sexta-feira (15), que o objetivo do grupo é identificar formas de a agência reguladora poder ouvir usuários e colaborar com essa questão. Ele acrescentou que 2022 ainda terá grandes desafios para o setor de transportes marítimos, resultado dos efeitos da cadeia logística mundial durante a pandemia.

 

Ele observa iniciativas como do Porto de Paranaguá (PR), que criou uma força-tarefa para fazer com que os contêineres de importação cheguem ao destino e retornem o quanto antes para ficarem disponíveis para o porto. O diretor ressaltou que, durante a pandemia, as instalações portuárias propriamente ditas responderam bem às demandas. “A parte portuária está preparada. Não tivemos problemas de embarque e desembarque nos portos brasileiros”, disse Tokarski durante o segundo dia do 40º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

 

Tokarski sugeriu aos demais diretores da agência que, assim que a área técnica apresentar uma análise, sejam ouvidos os usuários do transporte e donos da carga. Ele chamou a atenção que, com a expansão do agronegócio e a diversificação de produtos nos principais estados fornecedores, já existem relatos de dificuldades para conseguir exportar. O diretor deu como exemplo a comercialização de gergelim plantado no Mato Grosso.

 

O diretor ressaltou que o poder concedente continuará a oferecer novos arrendamentos em áreas do porto organizado, com leilões a serem realizados pela Antaq nos próximos meses. Estão previstas concorrências para os dias 5 e 19 novembro, com oferta de mais nove áreas, além de outras que o governo espera organizar em certames no começo de 2022. “Vamos oferecer espaço. Haverá mais investimentos na área portuária, mas temos outros temas que precisamos resolver que não dependem diretamente só do Brasil”, disse Tokarski em referência à questão do custo do transporte e da necessidade de reposição desses equipamentos.

 

Fonte: Site Portos e Navios – 18/10/2021


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