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Suzano vê produção de papel cartão disparar com canudos e copos de papel em restaurantes


Fonte: Moneytimes (5 de outubro de 2021 )
A Suzano, que opera três fábricas de papel, passou a converter “uma pequena parte” de suas operações que fazem papel para se escrever para a fabricação de papel cartão (Imagem: YouTube/Suzano)

 

A Suzano (SUZB3), a maior produtora de celulose do mundo, começou a mudar parte da produção de papel de impressão e escrever em suas fábricas para fazer mais papel cartão que se tornou altamente valorizado no país.

 

A mudança foi desencadeada pela demanda crescente por produtos à base de papel cartão branco que é usado em embalagens de medicamentos, cosméticos e alimentos, disse Fabio Almeida Oliveira, diretor de papel e embalagens da empresa, em entrevista.

 

A Suzano, que opera três fábricas de papel, passou a converter “uma pequena parte” de suas operações que fazem papel para se escrever para a fabricação de papel cartão, sem revelar a capacidade convertida.

 

A pandemia gerou novos hábitos de consumo, incluindo o aumento da entrega de alimentos e do comércio eletrônico e uma rápida aceleração da substituição de embalagens plásticas por embalagens feitas de papel.

Mesmo com a reabertura de restaurantes após as restrições impostas pelo Covid-19, a Suzano está vendendo mais canudos e copos de papel.

Essas tendências impulsionaram um crescimento inesperado de 27% na demanda pelo papel cartão da empresa neste ano até julho, segundo Oliveira.

 

“Isso está bem acima de qualquer uma de nossas expectativas”, disse ele.

 

A Suzano, que escoava um terço de sua produção de papel cartão, agora está desviando mais para o mercado interno, segundo o executivo.

 

A mudança ocorre quando alguns países, incluindo os EUA, estão ficando sem papel de impressão devido a gargalos na cadeia de suprimentos, o que, segundo Oliveira, impedem que regiões com escassez importem dos países com superávit.

 

Apesar dos gargalos de logística, o segmento global de papel para escrever e imprimir ainda está com excesso de oferta, o que significa que sua perspectiva de longo prazo é de declínio devido à digitalização em andamento, disse Oliveira. Isso é um bom presságio para sua mudança para um papelão mais pesado.

“Nossa conversão para papel cartão tende a crescer ano a ano”, disse ele.


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