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Docas do Rio verifica instalações para implantação de VTMIS no Porto de Itaguaí


Fonte: CDRJ (4 de outubro de 2021 )
Foto: CDRJ

 

A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), que administra os portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis, estuda a possibilidade de instalação de equipamentos em organizações da Marinha do Brasil (MB) para monitoramento do tráfego aquaviário na Baía de Sepetiba. O objetivo é atender às necessidades do projeto em andamento para implantação de VTMIS (sigla inglesa para Sistema de Gerenciamento e Informação do Tráfego de Embarcações) no Porto de Itaguaí e ao incremento da segurança da navegação nessa região, em proveito direto do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), programa estratégico da MB.

 

Na última segunda-feira (27), o gestor de VTMIS da Autoridade Portuária, Marcelo Villas-Bôas, e o especialista portuário, Renato Diniz, estiveram no Farol de Castelhanos, na Ilha Grande, para um ‘site survey’ com representantes do Comando de Operações Navais (ComOpNav), da Diretoria de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha (DCTIM) e do Centro de Análise de Sistemas Navais (CASNAV). A visita visa analisar a infraestrutura existente e a viabilidade técnica de empregá-la simultaneamente no projeto do VTMIS e no SisGAAz, mediante instalação de um radar e câmeras de imagem térmica nesse local.

 

Villas-Bôas explicou que “para instalar radares e câmeras das estações remotas do VTMIS do Porto de Itaguaí em organizações da Marinha do Brasil na região, está sendo discutido um termo aditivo ao convênio firmado com a Autoridade Marítima em dezembro de 2019”. Ainda este ano, serão realizadas outras visitas na região para concluir o planejamento das instalações fundamentais ao processo de implantação do sistema, previsto para ser concluído em 2023. 

 

O VTMIS é um auxílio eletrônico à navegação, que amplia a segurança e a proteção ao meio ambiente por meio da identificação, da monitoração e do planejamento da movimentação das embarcações, contribuindo para o aumento da eficiência do tráfego marítimo, com reflexo direto nas atividades operacionais dos portos, além do cumprimento de padrões marítimos internacionais.


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