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Clima é de revolta em grupos de caminhoneiros


Fonte: Valor Econômico (10 de fevereiro de 2021 )

O anúncio pela Petrobras de novo reajuste no preço dos combustíveis voltou a agitar ontem os grupos de WhatsApp de caminhoneiros. A revolta é geral. No entanto, o que fazer diante do aumento ninguém sabe.

 

“Bolsonaro prometeu reduzir os impostos do diesel e não tivemos um fim de semana de paz. Olha aí o caminhoneiro sendo penalizados de novo”, afirmava o áudio de um caminhoneiro muito ativo nas redes e defensor do presidente.

 

Para ele, que é do Paraná, os motoristas e outras categorias profissionais devem lutar junto com Bolsonaro para pedir aos governadores redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em alguns Estados. “Se no Rio de Janeiro é mais caro, simples, a gente não entrega uma grama de arroz naquele Estado. Quero ver se não vão baixar preços”, dizia.

 

Na outra ponta, a mulher de um caminhoneiro era a mais revoltada do dia. Ela publicou vários xingamentos ao presidente e notícias e mensagens de um ano atrás, quando Jair Bolsonaro prometeu enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional para estabelecer um valor fixo de ICMS sobre combustíveis para dar mais previsibilidade aos motoristas. “Ele teve um ano e não fez nada. Ainda acreditam nesse presidente?”, escreveu.

 

Bolsonaro também defende que o imposto seja cobrado nas refinarias, e não nas bombas, como é feito hoje, mas nunca mandou o projeto ao Congresso.

 

Nos grupos de discussão, o tom de alguns é de lamentação: “Não temos força para brigar, nem greve a gente consegue fazer mais. Quem vai comemorar é a Rumo ”, dizia um motorista referindo-se à empresa de logística ferroviária.

 

A Petrobras anunciou ontem que aumentará os preços do litro da gasolina, do diesel e do gás liquefeito do petróleo (GLP) nas refinarias, a partir de hoje.

 

Segundo a companhia, o preço de venda da gasolina será elevado, na média, em R$ 0,17, para R$ 2,25. Já o litro do diesel será reajustado em R$ 0,13, para R$ 2,24, enquanto para o GLP a alta será de R$ 0,14 o quilo. O derivado será vendido, para as distribuidoras, por R$ 2,91 por quilo (equivalente a R$ 37,79 por 13 quilos).


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