SOPESP NOTÍCIAS

Home   /   Eventos   /   Portos e parceiros reforçam as regras de trânsito no cais

Portos e parceiros reforçam as regras de trânsito no cais


Fonte: Portos do Paraná (8 de janeiro de 2021 )
Todos os dias, em média, 1,2 mil caminhões acessam o cais do Porto de Paranaguá. Apesar de estarem em maior quantidade, esses não são os únicos elementos que compõe tráfego na faixa primária. Para circular no local, além de cuidado e atenção redobrados, é preciso seguir as regras gerais de trânsito. O cumprimento dessas é frequentemente monitorado. A fiscalização é constante. Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

 

Todos os dias, em média, 1,2 mil caminhões acessam o cais do Porto de Paranaguá. Apesar de estarem em maior quantidade, esses não são os únicos elementos que compõe tráfego na faixa primária. Para circular no local, além de cuidado e atenção redobrados, é preciso seguir as regras gerais de trânsito. O cumprimento dessas é frequentemente monitorado. A fiscalização é constante.

 

“Os Portos do Paraná têm uma ferramenta que se chama Programa de Abordagem Comportamental. Todos os meses fazemos os registros dos desvios comportamentais dos motoristas e demais usuários que circulam por aqui e enviamos um relatório para as empresas, para que façam a gestão desses desvios junto aos seus funcionários”, afirma o gerente de Segurança e Saúde no Trabalho, José Sbravatti.

 

Os registros e monitoramento que as equipes do porto fazem servem de base para que as empresas desenvolvam campanhas específicas junto aos colaboradores, com foco na prevenção e na conscientização sobre as regras de segurança. “Nós detectamos e bloqueamos os desvios, orientamos os trabalhadores e disseminamos as práticas de comportamento seguro dentro da faixa portuária”, completa Sbravatti.

 

AÇÃO – É exatamente o que a Copadubo faz neste início de ano. A empresa desenvolve, pelos próximos dez dias, uma campanha de trânsito seguro no acesso ao porto. Com equipe própria, faz a distribuição de panfletos, lembrando das normas de segurança aos motoristas cadastrados.

 

“Essa campanha foi desenvolvida pela demanda verificada junto aos motoristas, da cobrança pelo uso dos EPIs e das regras de segurança nas operações. A gente precisa orientar e instruir, constantemente, sobre os riscos das atividades no momento em que ele está no cais, carregando o produtos, até a descarga nos armazéns”, afirma Everson Gonçalves, técnico em segurança do trabalho da Copadubo.

 

Com uma frota de 600 caminhões e cerca de mil motoristas cadastrados, que se revezam no acesso ao cais para buscar os graneis sólidos de importação, a jornada de todo esse pessoal deve, segundo o técnico, ser feita com total segurança. “O foco da ação é o acidente zero”, completa Gonçalves.

 

RELEMBRANDO – No início de mais um ano de operação, a Portos do Paraná reforça as normas e apoia toda iniciativa que venha somar nesse trabalho constante de conscientização e prevenção dos acidentes.

 

“É extremamente importante quando as empresas têm a iniciativa de vir até a área portuária, seja na entrada dos gates ou zona primária, trazer informações sobre segurança. Isso é muito valioso e deve ser valorizado. Os Portos do Paraná sempre estarão de portas abertas para ações como essa”, comenta o gerente de Segurança e Saúde no Trabalho, José Sbravatti.

 

A regulamentação das regras gerais de trânsito dos portos do Paraná está na Ordem de Serviço número 153/2018. Além de uma cartilha física, o conteúdo também está disponível na forma digital, no site da empresa pública, na página de Meio Ambiente & Saúde e Segurança, no menu Regras Gerais de Segurança.

 

Como explica Sbravatti, na área primária do porto também circulam transporte público (dos trabalhadores portuários), pedestres, grandes equipamentos e máquinas e os veículos – tanto os que rodam até o embarque ou são desembarcados – quanto os carros funcionais. Além disso, têm as cargas que estão em transporte.

 

“Em relação às áreas públicas de trânsito, a faixa portuária exige cuidado redobrado. As principais regras para os motoristas que acessam a faixa são: limite de velocidade de 30 km/hora, isso não pode ser ultrapassado; uso do cinto de segurança; faróis acesos; os motoristas, ao transitar, não podem acessar áreas que estiverem isoladas; não permanecer sob cargas suspensas e sempre, dar preferência aos pedestres.

 

Sbravatti lembra ainda que os motoristas, quando descem dos veículos, sejam caminhões ou carros, passam a ser pedestres. “Como tal, eles devem usar os equipamentos de proteção individual e adotar práticas seguras”, conclui.

 

FISCALIZAÇÃO – Entre as atuações da Guarda Portuária, da Unidade Administrativa de Segurança Portuária (UASP), também está a fiscalização e a manutenção da segurança no trânsito da faixa portuária.

 

“A Guarda Portuária procura disciplinar, ao máximo, o trânsito na faixa primária, chamando a atenção e orientando motoristas que, por ventura, ainda desconheçam a área portuária. Cabe à Guarda a constante fiscalização para evitar acidentes”, afirma o chefe da UASP, Major César Kamakawa.


Mais lidas


Os dados divulgados pela Autoridade Portuária de Santos (APS), em seu balanço operacional de março, apontam um recorde histórico na movimentação de cargas. Foram mais de 15,16 milhões de toneladas que passaram pelos terminais do Porto de Santos, um crescimento de 10,4% comparado com a marca histórica anterior, conquistada em agosto de 2020.   O […]

Leia Mais

Através de um investimento de 100 milhões de euros, a Tesla irá entregar os dois primeiros navios porta-contêinereselétricos à Holandesa Port-Liner, em Agosto.   Após a entrega, a Tesla entregará ainda mais seis navios com mais de 110 metros de comprimento, com capacidade para 270 contentores, que funcionarão com quatro caixas de bateria que lhes […]

Leia Mais

Os assistidos pelo Instituto Portus de Seguridade Social, o fundo de pensão dos portuários, obtiveram importante vitória na Justiça. O juiz José Alonso Beltrame Júnior, da 10ª Vara Cível de Santos, concedeu liminar em que determina a suspensão do aumento na contribuição dos participantes da ativa e aposentados.   A ação civil pública foi promovida […]

Leia Mais