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A pandemia criou o primeiro cemitério mundial de cruzeiros


Fonte: NIT (19 de outubro de 2020 )
É um cenário apocalítico

 

A assustadora odisseia do Diamond Princess foi provavelmente o filme que fez o mundo acordar para os perigos do novo coronavírus. Com quase quatro mil passageiros a bordo, serviu de ensaio à propagação da Covid-19. Bastou um passageiro infetado, que embarcou apenas durante cinco dias, para provocar uma cadeia de contágio que se transformaria numa verdadeira novela.

 

Assim que foram detectados os primeiros dez casos, o navio ficou em quarentena no porto de Yokohama, no Japão. Durante várias semanas, figurou quase sempre como entidade própria na lista de países com mais casos.

 

Os últimos dados revelados em março indicam que 712 dos 3711 passageiros ficaram infetados. O cenário do Diamond Princess repetiu-se um pouco por todo o mundo. Navios em quarentena, impedidos de chegar ao destino ou de regressar ao local de origem — sempre com passageiros e tripulações numa espécie de sequestro forçado, muitas vezes infetados.

 


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