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Hidrovias do Brasil pode levantar R$ 3,3 bilhões com IPO


Fonte: ABOL (9 de setembro de 2020 )
Companhia de logística estabeleceu uma faixa indicativa de preço de R$ 7,56 a R$ 8,88, na sua oferta pública inicial de ações

 

A Hidrovias do Brasil estabeleceu uma faixa indicativa de preço de R$ 7,56 a R$ 8,88 na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Considerando o meio da faixa indicativa, de R$ 8,22, e a quantidade de 399.426.570 ações na oferta base, a operação pode movimentar R$ 3,283 bilhões.

 

Há possibilidade de um lote adicional de até 19,6%, ou seja, 78.147.595 ações; e um lote suplementar de 14,0%, ou 55.986.094 ações. Nesse caso, ainda considerando o meio da faixa indicativa, a oferta total subiria para R$ 4,386 bilhões.

 

A oferta será totalmente secundária, ou seja, os recursos vão para acionistas atuais que estão vendendo suas participações, e não para o caixa da empresa.

 

Os principais acionistas vendedores são a gestora Pátria, que pode reduzir sua participação de 45,73% para até 12,80%, se forem exercidos os lotes adicional e suplementar; o fundo Sommervile (subsidiária da Temasek), que pode passar de 17,91% para 5,01%; o canadense Alberta, que passaria de 9,99% para 2,79%; o HBSA FIP, que iria de 9,20% para 2,57%; o fundo BTO (da Blackstone), de 9,20% para 2,57%; e o BNDESPar, de 3,68% para 1,32%.

 

A companhia será negociada sob o ticker “HBSA3” no Novo Mercado da B3. A precificação do IPO deve ocorrer no próximo dia 23, com a estreia do papel na bolsa no dia 25.

 

A Hidrovias do Brasil diz que é um dos maiores prestadores de serviços de logística integrada independente com foco em logística hidroviária da América Latina. Opera quatro terminais portuários e sua frota atual possui 330 barcaças de carga, 14 empurradores principais, 6 empurradores auxiliares, 4 lanchas e 2 navios de cabotagem.

 

No segundo trimestre deste ano, teve receita líquida de R$ 426,2 milhões, com crescimento de 68% sobre o mesmo período de 2019. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 132,3 milhões, com queda de 9%. No resultado líquido, houve prejuízo de R$ 7,407 milhões, revertendo lucro de R$ 52,006 milhões no segundo trimestre do ano passado.


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