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Coronavírus hoje: Brasil tem 114 mil mortes e estados adiam retomada de aulas


Fonte: Valor Investe (24 de agosto de 2020 )
Getty Images

 

O Brasil tem 114.772 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta segunda-feira (24), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

 

Desde o balanço das 20h de domingo (23), só Roraima atualizou seus dados.

 

Veja os números consolidados:

  • 114.772 mortes confirmadas
  • 3.605.766 casos confirmados

 

No domingo, às 20h, o balanço indicou: 114.772 mortes confirmadas, 495 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 985 óbitos, uma variação de -4% em relação aos dados registrados em 14 dias.

 

Em casos confirmados, eram 3.605.726 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 23.028 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 37.961 por dia, uma variação de -13% em relação aos casos registrados em 14 dias.

 

Estados flexibilizam

Diversos estados apresentaram flexibilização de suas restrições sanitárias tomadas como forma de prevenção à disseminação da pandemia do novo coronavírus neste mês de agosto, mas a volta às aulas, anunciada em algumas unidades da Federação, foi adiada ou ainda segue em avaliação em vários locais.

 

As decisões atendem a planos estaduais ou municipais que definiram a retomada gradual das atividades econômicas. A Agência Brasil vem acompanhando, quinzenalmente, a execução desses planos. No final de junho, foi publicado o primeiro levantamento, no início de julho, o segundo, na terceira semana de julho, o terceiro , e no dia 10 de agosto, o quarto.

 

Na Bahia foram autorizados bares, restaurantes, academias e salões de beleza, entre outras atividades. Minas Gerais avançou na reabertura de comércios ao incorporar novas atividades, como academias, ao grupo de negócios permitidos.

 

No Maranhão, as apresentações musicais voltaram a ocorrer, embora com limite de integrantes para as bandas. O governo do Piauí permitiu atividades de organizações associativas. Em Sergipe, o governo liberou todos os setores do comércio, com limitação a 50% da capacidade.

 

Estados com programas baseados na classificação de estados em faixas tiveram atualizações. Em São Paulo, apenas seis regiões ficaram na fase 2, enquanto o restante foi enquadrada na fase 3. Em Mato Grosso do Sul, 31 cidades passaram para categorias de riscos menores, situação em que as atividades permitidas aumentam. Em Rondônia, 40 municípios. Em Alagoas, a capital Maceió avançou para a fase azul, última de transição.

 

Aulas

A volta às aulas é um dos temas mais polêmicos nos estados, com governos apontando neste caminho e outros atores, como sindicatos de trabalhadores e Ministério Público, apresentando questionamentos. Em meio a este embate, parte das unidades da Federação retrocederam em decisões ou ainda analisam o tema.

 

O Distrito Federal é um dos casos em que o retorno foi anunciado, mas depois houve recuo. Após a decisão do governo de começo das atividades escolares presenciais no início de agosto, a administração mudou de ideia e anunciou que a retomada está suspensa por tempo indeterminado.

 

Em Santa Catarina, a Secretaria de Educação manteve a suspensão do calendário pelo menos até outubro. No Rio Grande do Sul, o processo também se encontra em debate.

 

O Rio de Janeiro fixou calendário, com o início das aulas presenciais marcado para setembro na rede privada e outubro, na pública. O Rio Grande do Norte estabeleceu o retorno das escolas públicas e privadas em setembro. A exceção é Amazonas, onde as aulas retomaram neste mês.

 

OMS
Cerca de 172 países estão envolvidos no plano da Organização Mundial da Saúde (OMS), batizado de Covax, desenvolvido para garantir acesso igualitário a vacinas contra a covid-19, disse a OMS nesta segunda-feira (24), mas mais financiamento é urgentemente necessário e os países devem fazer compromissos vinculantes. As informações são da agência de notícias Reuters.

 

“Inicialmente, onde haverá fornecimento limitado (de vacinas contra covid-19), é importante dar a vacina àqueles em maior risco ao redor do globo”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Gebreyesus, em briefing à imprensa.

 

Estados Unidos
O número de novos casos de covid-19 nos Estados Unidos atingiu o menor nível em dois meses no domingo. Pelo nono dia consecutivo, menos de 50 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença em todo o país.

 

Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, 34.567 novos casos foram registrados no domingo. A cifra é a menor que a contabilizada no sábado — 44.572 — e a mais baixa desde 22 de junho, quando 30.536 pessoas testaram positivo para a covid-19 nos EUA.

 

Índia
A Índia ultrapassou nesta segunda-feira a marca de 3,1 milhões de casos confirmados de covid-19. Nas últimas 24 horas, mais 61.408 pessoas foram diagnosticadas com a doença no país, o terceiro mais atingido pela doença em todo o mundo.

 

O número é menor que os mais de 70 mil casos contabilizados pelo Ministério da Saúde e Bem-Estar Familiar no sábado, um novo recorde global. Além disso, o total de mortes relacionadas à doença na Índia chegou a 57.542, com 836 óbitos adicionados no último balanço divulgado pelas autoridades locais. O país é o quarto em vítimas da covid-19, perdendo apenas para EUA, Brasil e México.

 

Apesar do avanço da doença, o governo de Narenda Modi continua dando sequência aos planos de reabertura de alguns setores da economia. Zonas consideradas de alto risco de transmissão, porém, continuam em confinamento.

 

Quando questionado sobre os números, o premiê diz que o país é um dos mais bem-sucedidos no combate à doença e cita a taxa de mortalidade relativamente baixa na Índia como um indicador positivo.

 

No fim de semana, as autoridades anunciaram regras para permitir a retomada das produções de televisão e cinema. Todos terão que usar máscaras nos sets de gravação, exceto os atores em cena.

 

Nova Zelândia
A Nova Zelândia decidiu prorrogar o confinamento decretado em Auckland, a maior cidade do país, e disse que reuniões com mais de 10 pessoas continuarão proibidas em todo o país até pelo menos o dia 6 de setembro.

 

Um dos casos de maior sucesso de combate à covid-19, a Nova Zelândia confinou Auckland no último dia 12 de agosto após registrar, pela primeira vez em 102 dias, um novo caso de transmissão local da doença no país.

 

Além de manter Auckland em quarentena, o governo da primeira-ministra Jacinda Ardern decidiu exigir que a população use máscaras no transporte público para reforçar o combate ao vírus.

 

Hoje, nove casos foram registrados na Nova Zelândia, a maior parte deles ligada ao surto de Auckland.


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