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Maia diz que paternidade do auxílio emergencial não é importante e cobra proposta para renda mínima


Fonte: Valor Investe (18 de agosto de 2020 )
FramePhoto/Agência O Globo

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou hoje a uma emissora de TV do Nordeste que é importante que o governo envie logo a proposta de renda mínima para substituir o auxílio emergencial de R$ 600 para os trabalhadores informais e desempregados e que não está preocupado que o presidente Jair Bolsonaro tenha assumido a “paternidade” do programa no lugar do Congresso, que tem a autoria do projeto.

 

“A gente sabe que o projeto é de um deputado, mas o governo executou. Se o governo executou, não estamos preocupados com paternidade. O importante é que a gente sabe que atendemos milhões de brasileiros, talvez na pior crise econômica dos últimos 10 anos”, afirmou Maia, em entrevista ao “Jornal da Tropical”, da TV Record do Rio Grande do Norte.

 

Bolsonaro inicialmente queria pagar um valor de R$ 200, mas a Câmara achou pouco e elevou para R$ 500. O governo, então, decidiu aumentar para R$ 600 na hora da votação e o presidente tem aumentado sua popularidade por causa desses pagamentos, principalmente na região Nordeste, onde o programa aumentou inclusive a renda média da população.

 

Segundo Maia, o Congresso não faz mais propaganda dos projetos aprovados e desde 2005 cortou os contratos com agências de publicidade porque isso dava muita polêmica. “O papel do Parlamento de fato é receber as ideias ou propor projetos para que a sociedade”, afirmou. Ele lembrou que o auxílio emergencial acabará em setembro e é importante que o governo envie uma proposta de como será a renda mínima, principalmente para o próximo ano.

 

Na entrevista, Maia voltou a defender as reformas tributária e administrativa e disse que Bolsonaro pode ficar tranquilo porque as mudanças nas carreiras dos servidores públicos não serão usadas pelo Congresso para desgastá-lo. “Tenho convicção que não haverá desgaste. Essa demanda que nós temos [de melhoria do serviço público], tenho certeza que é a demanda de grande parte da população brasileira”, disse.

 

Questionado sobre os pedidos de impeachment do presidente que aguardam uma decisão dele, o presidente da Câmara voltou a dizer que não é hora de tratar do assunto, por causa da pandemia da covid-19, e que “no momento adequado” decidirá sobre o assunto, “lendo o mérito [dos pedidos] e decidindo de forma correta”.


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