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Brasileiros querem estudar fora após a pandemia, diz pesquisa


Fonte: Valor Econômico (22 de junho de 2020 )

A pandemia não diminuiu a vontade de estudantes brasileiros de estudar no exterior quando for possível, segundo uma pesquisa da FPP Edu-Media / The Student World realizada no fim de abril. Oitenta e três por cento dos 4,5 mil entrevistados disseram que ainda planejam estudar fora no curto prazo e 80% não querem substituir a experiência de um intercâmbio convencional com um programa de estudos online. O que um quinto deles imagina é que, por conta do momento, irá optar por cursos de menor duração.

 

Esses dados, que estão inclusos em uma amostra de 24 mil estudantes da América Latina, África e Índia, motivaram a The Student World a adaptar seu negócio de eventos. No próximo dia 24, a empresa realizará a The Student World Fair, feira de intercâmbio on-line que reunirá 219 expositores, entre universidades e representantes de governos e consulados de vários países. Para os estudantes, a inscrição e participação é gratuita. Até agora, 26 mil estudantes da América Latina já se inscreveram.

 

No dia 24, a partir das 17h, os participantes poderão abrir o link da plataforma da feira e se conectar. Irão visualizar, segundo a empresa, um pavilhão virtual, com estandes de universidades, incluindo americanas e inglesas. O estudante pode clicar em um deles para visualizar informações gerais sobre a instituição de ensino e inclusive guardar um material on-line em uma espécie de “mochila virtual”.

 

Se quiser conversar com um representante da instituição, o chat está à disposição. “Todas as conversas são privadas e as escolas podem conversar com os estudantes ao mesmo tempo, como se fosse um whatsapp onde você tem várias conversas abertas ao mesmo tempo”, diz Julio Ronchetti, fundador da  The Student World. O chat traz tradução português-inglês (e vice-versa). Há a possibilidade de aprofundar a interação selecionando a opção de videochamada. Os seminários que costumavam ocorrer em feiras de intercâmbio foram substituídos por webinars. “Criamos a experiência para que o estudante tivesse acesso a tudo que tem no evento. Talvez, o que o on-line perca seja aquela conversa fortuita, de corredor de feira, onde você troca cartão e conhece mais pessoas”, diz Ronchetti.

 

Para criar a plataforma da feira virtual, a The Student World investiu US$ 1 milhão. A plataforma já existia antes da pandemia mas, segundo Julio Ronchetti, não havia tanta demanda das empresas e universidades por utilizá-las. No mundo de eventos, os eventos físicos predominam, diz o executivo. Com o isolamento social e quarentena o setor precisou se reinventar. Ronchetti diz que a demanda por eventos on-line cresceu 2000%. Ele também calcula que, no caso das universidades participantes da The Student World Virtual Fair, o investimento para participar on-line da feira é cerca de dez vez menor do que em uma feira física. “Não há os custos de deslocamentos, de hospedagem, de impressão de folhetos”, afirma.


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