SOPESP NOTÍCIAS

Home   /   Eventos   /   ANTAQ promove debate sobre logística do agronegócio

ANTAQ promove debate sobre logística do agronegócio


Fonte: ANTAQ (13 de março de 2020 )
O diretor da ANTAQ, Adalberto Tokarski(C), abriu o encontro, ao lado do gerente de Desenvolvimento e Estudos da Agência, José Neto, e do superintendente de Desempenho, Desenvolvimento e Sustentabilidade da Autarquia, José Renato Fialho. Fotos: CCS/ARI/ANTAQ.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ promoveu nesta quinta-feira (12), em sua sede, em Brasília, um encontro sobre a logística do agronegócio no Brasil.

 

O debate foi organizado pela Superintendência de Desempenho, Desenvolvimento e Sustentabilidade da Autarquia e reuniu os especialistas Luiz Antônio Fayet (Confederação Nacional da Agricultura e Abastecimento do Brasil – CNA), Carlos Alberto (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa), Francisco Olavo (Companhia Nacional de Abastecimento – Conab) e o superintendente de Outorgas da ANTAQ, Alber Furtado.

 

Durante o evento, o agronegócio brasileiro foi abordado em relação a aspectos como potencial do mercado, tecnologia, rotas logísticas, previsões e estimativas para futuras safras, riscos e oportunidade para o setor, outorgas emitidas (autorizações, arrendamentos e expansões) para o escoamento de granéis sólidos vegetais em todo o país e previsões/estimativas para futuras outorgas.

 

A ineficiência logística é, com certeza, o “lobo mau” que consome a competitividade do produto nacional nas prateleiras dos supermercados e no mercado internacional. Segundo o consultor da CNA, Luiz Fayet, exemplo dessa perda está na logística ineficiente para escoamento da soja do Mato Grosso.

 

“Só a cadeia logística do Estado tem uma perda potencial de US$ 1,2 bilhão por ano (dados de 2014) por falta de uma logística que garanta o escoamento da produção diretamente pelos portos do Norte, sem precisar descer para os portos de Santos e Paranaguá”, informou o consultor.

 

Candidato a maior produtor e exportador mundial de soja, títulos que divide com os Estados Unidos, o Brasil dispõe de 36 portos organizados e 281 instalações privadas autorizadas para escoamento interno e externo das suas cargas, sendo que dessas últimas 120 estão localizadas acima do paralelo 16, na região produtora de grãos do Matopiba (Mato Grosso, Piauí e Bahia) e onde está o chamado Arco Norte.

 

Segundo o superintendente de Outorgas da ANTAQ, Alber Furtado, mais 27 áreas dedicadas à movimentação e armazenagem de granéis vegetais deverão ser licitadas em curto e médio prazo, sendo dez delas já disponíveis e mais dezessete que atualmente estão sob contratos de transição.

 

“Em termos de instalações portuárias para escoamento da produção agropecuária, o país está preparado. O que precisamos discutir são formas de melhorar a nossa logística”, afirmou Furtado, acrescentando que atualmente são 452 autorizações da Agência para empresas brasileiras de navegação operarem na área da navegação marítima e 547 na navegação interior.


Mais lidas


    A desestatização do Porto de Santos deve ser concluída até o fim de 2022, de acordo com o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários no Ministério da Infraestrutura, Diogo Piloni, durante o III Congresso de Direito Marítimo e Portuário. De acordo com ele, a consulta pública deve ser aberta até o fim […]

Leia Mais

Os assistidos pelo Instituto Portus de Seguridade Social, o fundo de pensão dos portuários, obtiveram importante vitória na Justiça. O juiz José Alonso Beltrame Júnior, da 10ª Vara Cível de Santos, concedeu liminar em que determina a suspensão do aumento na contribuição dos participantes da ativa e aposentados.   A ação civil pública foi promovida […]

Leia Mais

Através de um investimento de 100 milhões de euros, a Tesla irá entregar os dois primeiros navios porta-contêinereselétricos à Holandesa Port-Liner, em Agosto.   Após a entrega, a Tesla entregará ainda mais seis navios com mais de 110 metros de comprimento, com capacidade para 270 contentores, que funcionarão com quatro caixas de bateria que lhes […]

Leia Mais

Por causa da curvatura da Terra, a distância na qual um navio pode ser visto no horizonte depende da altura do observador.   Para um observador no chão com o nível dos olhos em h = 7 pés (2 m), o horizonte está a uma distância de 5,5 km (3 milhas), cada milha marítima igual a 1.852 […]

Leia Mais