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Aeroportos europeus deparam-se com crise sem precedentes devido ao coronavírus


Fonte: Revista Cargo (11 de março de 2020 )

O surto do novo coronavírus continua a espalhar o pânico nos mercados, a restringir o comércio global e a cortar as asas ao tráfego aéreo – em comunicado, o Conselho Internacional de Aeroportos na Europa alertou que o Covid-19 está a provocar uma crise sem precedentes para os aeroportos europeus e previu que no primeiro trimestre haja menos 67 milhões de passageiros.

 

Na missiva do ACI Europe avisa que a situação nos aeroportos está a deteriorar-se com rapidez. As companhias aéreas encontram-se já a reduzir drasticamente a sua capacidade e a cancelar serviços em resposta a uma procura descendente, resultado da perda de confiança, mudanças nas políticas de viagens de empresas e medidas governamentais que direita ou indiretamente restringem a mobilidade, no âmbito dos esforços para conter a expansão do vírus, comentou o diretor-geral do organismo, Olivier Jankovec.

 

O ACI Europe não tem dúvidas: a epidemia está a tornar-se um golpe de proporções sem precedentes para o sector aeroportuário, acrescentou, frisando que, atualmente, os aeroportos em Itália são os mais afetados, mesmo antes da decisão do Governo italiano de alargar a todo o país as medidas de isolamento, com quedas superiores a 60% dos passageiros. Recorde-se que Portugal já cancelou todas as ligações aéreas com o país.

 

Uma avaliação inicial do conselho revela que haverá menos 67 milhões de passageiros no primeiro trimestre de 2020, uma descida de 13,5% em relação ao cenário usual – uma quebra bastante significativa. Para a globalidade de 2020, as previsões são de menos 187 milhões de passageiros nos aeroportos europeus, uma quebra de -7,5%. Como se traduz tudo isto em perdas? Podemos estar perante perdas de receitas de 1.320 milhões de euros em entre os meses de Janeiro e Março de 2020. Por tudo isto, o ACI Europe pede ponderação aos governos nas restrições importas.

 

O ACI Europe pede que os governos só considerem as proibições de viajar e outras iniciativas que afetem a conectividade aérea como medida de último recurso e pelo menor tempo possível.


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