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Ministério realiza primeira reunião sobre desestatização da CODESA


Fonte: CODESA (11 de setembro de 2019 )
Fotos: Coordenação de Comunicação da CODESA

O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participou, nesta segunda-feira (9), da primeira reunião do projeto de desestatização da Companhia Docas do Estado do Espírito Santo (CODESA), estatal que administra os portos de Vitória, Vila Velha e de Barro do Riacho. Os estudos para a desestatização foram aprovados na 10ª reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), realizada em agosto deste ano.

 

Durante o encontro, que contou com a presença de representantes do Ministério da Economia, do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), além de consultores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi apresentado um cronograma dos estudos.

 

A previsão é que as alternativas de modelo a serem implantadas sejam apresentadas para decisão dos ministros no primeiro semestre de 2020 e que o leilão seja realizado em 2021. O BNDES será responsável por conduzir os estudos de viabilidade do ativo com a supervisão dos Ministérios da Infraestrutura e Economia, ANTAQ e PPI.

 

Para o Ministro Tarcísio Gomes de Freitas, a desestatização representa uma quebra de paradigmas por parte do Governo Federal. “Teremos dedicação integral ao cronograma e vamos aproveitar a janela de oportunidades para promover a mudança e a transformação que vai revolucionar a infraestrutura no Brasil e, em particular, no setor de portos”, explicou.

Fotos: Coordenação de Comunicação da CODESA

 

Para o Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, o ineditismo da desestatização de uma companhia docas vai trazer mais agilidade, eficiência e uma melhor governança para a gestão dessas estatais. “A CODESA é o piloto desse projeto de desestatização, e nós estamos muito motivados para entregar ao final desse processo algo que deixe legado para a infraestrutura do país e do setor portuário brasileiro”, afirmou.

 

Julio Castiglioni, presidente da Codesa, destacou que nos últimos meses a Empresa levantou diversos documentos e informações que, a partir de agora, serão examinados pelos consultores. “Foram fornecidos mais de dez mil documentos que ajudam a esclarecer a situação econômica e jurídica da Codesa. Mas o trabalho ainda é incipiente, porque há muito debate a ser feito com a comunidade portuária. Pretendemos induzir um diálogo tecnicamente qualificado”.


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