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Brasil deve fechar ano com superávit triplo negativo e participação marginal nas exportações mundiais


Fonte: Comex do Brasil (29 de julho de 2019 )

A balança comercial brasileira deverá fechar o ano de 2019 com um superávit triplamente negativo, obtido com a queda das exportações e importações e do próprio saldo comercial que, apesar de robusto, não será  capaz de gerar atividade econômica, que é proporcionada pela corrente de comércio, que este ano poderá registrar uma contração de 6,1%.

 

A avaliação foi feita pelo presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro ao fazer a revisão da balança comercial brasileira para 2019, com cenários, projeções, dados e particularidades do comércio exterior brasileiro para este ano.

 

Ele chama a atenção para o fato de que, de acordo com os dados projetados de exportação e importação para 2019, o Brasil ocupará, respectivamente, a 29ª. posição no ranking mundial de exportação e o 30.o lugar entre os principais exportadores do planeta, além de manter estagnada, ao redor de 1,1%, a participação do país nas exportações mundiais.

 

Segundo o presidente da AEB, “a corrente de comércio exterior projetada em US$ 395,266 bilhões será menor que os US$ 431,114 blhões apurados em 2018, e ainda mais distante do recorde de US$ 482,292 bilhões obtido no ano de 2011, além de voltar a ficar abaixo de US$ 400 bilhões”.

 

Os dados projetados pela AEB para a balança comercial em 2019 mostram exportações de US$ 223,757 bilhões, com queda ade 6,7% em relação a 2018, importações de US$ 171,509 bilhões, com queda de 5,4%, e superávit comercial negativo de US$ 52,248 bilhões, com queda de 10,9%.

 

Ainda de acordo com o levantamento feito pela AEB, em 2019, apesar de fortes oscilações, os três principais produtos de exportação (soja, petróleo e minério de ferro) manterão representativiadde próxima a 32% do volume total exportado pelo país, consolidando o peso das commodities nas exportações e no superávit comercial, e, conforme sublinha José Augusto de Castro, “reforçando a necessidade de reformas estruturais para reduzir o chamado Custo-Brasil e gerar competitividade nas exportações de produtos manufaturados.  Neste ano, o elevado Custo-Brasil continuará mantendo o país excluído das cadeias globis de valor e, indiretamente, provocando seu isolamento comercial, resultando em baixo volume de exportações de produtos manufaturados e perda de empregos qualificados”.


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