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Pescadores são retirados de áreas restritas durante ação do Ibama e da Marinha no Porto de Santos


Fonte: G1 (29 de abril de 2019 )
Ibama e Marinha realizaram ação conjunta para coibir crimes ambientais no Porto de Santos, SP — Foto: G1 Santos

Militares da Marinha do Brasil e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizaram uma ação conjunta, nesta quinta-feira (25), para coibir crimes ambientais no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Barcos pesqueiros de pequeno porte foram retirados de áreas restritas próximas ao cais.

 

O Navio Patrulha “Guaporé” (P45) e a lancha blindada Mangangá, ambos à disposição do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, foram utilizados na operação. As embarcações percorreram os quase 20 quilômetros do Canal de Navegação do complexo portuário, a partir do Estuário, entre Guarujá e Santos, e Piaçaguera, em Cubatão.

 

Militares orientaram pescadores que estavam em áreas restritas no Porto de Santos, SP — Foto: G1 Santos

“Trata-se do início de uma parceria que tem por objetivo coibir os crimes ambientais na região portuária de Santos, onde, em razão da intensa movimentação de embarcações, principalmente estrangeiras, é comum ocorrer”, explicou a agente ambiental federal Ana Angélica Alabarce, responsável pelo núcleo de emergência do órgão no litoral paulista.

 

O comandante do grupamento, o capitão-de-fragata Carlos Marden Soares Pereira da Silva, explicou que a ação está entre as missões da nova unidade militar ativada em Santos em agosto de 2018. “Trabalhamos em conjunto com outros órgãos, justamente pela troca de conhecimentos específicos, como o Ibama pela parte ambiental”.

 

Na operação realizada nesta quinta-feira, barcos de pequeno porte utilizados para pesca amadora foram retirados de áreas restritas do canal, onde podem ocorrer acidentes, e nas proximidades dos costados do terminal, cuja aproximação é proibida por serem áreas de segurança. Os condutores foram orientados e não houve aplicação de penalidades.

 

Comandante Carlos Marden e agente ambiental Ana Angélica Alabarce no Porto de Santos, SP — Foto: G1 Santos

As ações também visam combater crimes ambientais cometidos na barra de Santos, onde os navios devem aguardar para realizar a manobra de atração nos terminais do porto. Nessa região, é comum a ocorrência de despejos irregulares de substâncias a partir dos cargueiros que precisam higienizar os porões de carga para embarcar mercadorias no cais.

 

Em janeiro deste ano, autoridades federais iniciaram a investigação sobre o aparecimento de uma substância no mar que se espalhou por uma área equivalente a mais de 200 campos de futebol entre quatro cidades do litoral paulista. A suspeita inicial é que tenha ocorrido descarte ilícito de fertilizante por um navio que aguardava para acessar o porto.


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