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Antaq conhece projetos sustentáveis a serem implantados no Pará


Fonte: Portos e Navios (14 de fevereiro de 2019 )

 

 

O diretor da Antaq, Adalberto Tokarski, recebeu, nesta quarta-feira (13), o diretor-presidente da Associação dos Profissionais de Logística da Amazônia (Asplam), Alexandre Araújo, que apresentou dois projetos relacionados à sustentabilidade. Participaram da reunião o assessor técnico José Renato Fialho e o gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Agência, Marcos Maia Porto.

 

Um dos projetos é o Navegar. Trata-se de uma premiação que valorizará o desenvolvimento de processos logísticos mais eficientes e mais sustentáveis para as operações logísticas nos rios do Pará. A ideia é que a solenidade ocorra em Belém no mês de novembro. Os postulantes ao prêmio são armadores (Ro-Ro/granel sólido/granel líquido), passageiros e travessias, terminais portuários (TUPs/ETCs).

 

Conforme Araújo, a justificativa do Navegar é “garantir que os aspectos socioambientais sejam alcançados através da implementação de uma operação mais limpa e, consequentemente, redutora dos impactos ambientais, seja com a redução das emissões atmosféricas, seja com a destinação responsável dos resíduos gerados por embarcações e terminais portuários no Pará”.

 

De acordo com Alexandre Araújo, que também é diretor-executivo do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agência de Navegação no Estado do Pará (Sindarpa), haverá três categorias de premiação: Excelência Logística e Performance Sustentável para as empresas; e Inovação Tecnológica para a Academia.

 

O diretor da Antaq, Adalberto Tokarski, aprovou a premiação. Disse que uma iniciativa como essa vai ao encontro das realizações que a Agência vem empreendendo em relação à navegação interior, à defesa do meio ambiente, à sustentabilidade e à coleta de resíduos adequada nas embarcações. Entre as realizações, destacam-se o Prêmio Antaq, a campanha “Rio Limpo, Amazônia Viva” e o Índice de Desempenho Ambiental.

 

Logística Reversa

Outro projeto apresentado por Alexandre Araújo foi o Programa Fluvial de Logística Reversa. O objetivo é implantá-lo no Pará, por meio do pleno aproveitamento dos resíduos gerados pelo processo de pós-venda e consumo das bases socioeconômicas e tecnológicas disponíveis na região.

 

A logística reversa é o instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial/industrial, para reaproveitamento e reciclagem, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada.

 

A ideia da Asplam e do Sindarpa é que a Antaq apoie e chancele o programa, que poderá ser implementado a partir de um Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA). Tokarski afirmou que apoia o programa. Para isso, deve ser assinado entre as partes um acordo de cooperação para formalizar o apoio da Agência ao programa de logística reversa.

 


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