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Porto de Santos sofre queda na participação da exportação de café


Fonte: G1 (17 de janeiro de 2019 )

O Brasil exportou 35,2 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel, torrado e moído, cerca de 13,9% a mais em relação a 2017. Esse é o terceiro maior resultado da história, atrás apenas de 2015 (recorde) e 2014. O Porto de Santos, o maior do país, exportou cerca de 80% de todo o volume nacional, porém, esse resultado sofre queda em comparação com o ano passado. Os dados são do relatório consolidado das exportações brasileiras de café em 2018, que foram divulgados, nesta terça-feira (15), pelo Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé).

 

Segundo os dados, 23 portos escoaram o café do Brasil. O Porto de Santos se manteve como principal via de escoamento para outros países, com 80,8% de participação do volume total, ou seja, 28.447.881 milhões de sacas de 60 kg de café. Porém, houve uma queda em relação a 2017. Naquele ano, o Porto de Santos foi responsável por 84,7% do volume total de café escoado no país.

 

Em segundo lugar no ranking dos portos, mas ainda muito distante dos números do cais santista, aparecem os portos do Rio de Janeiro. Eles apresentaram um aumento no número do volume exportado nos últimos dois anos. Em 2017, os portos cariocas foram responsáveis por 10,9% do volume de café exportado. Já no ano seguinte, esse percentual subiu para 12,4%, que representa 4.382.117 milhões de sacas de 60 kg de café.

 

Países

Os Estados Unidos permaneceram como o país que mais recebeu café exportado do Brasil, com 6,2 milhões de sacas (17,6% das exportações totais em 2018). Na sequência, aparece a Alemanha com 5,6 milhões de sacas (16%) e Itália, com 3,1 milhões de sacas exportadas (8,9%).

 

Os 10 maiores países importadores de cafés diferenciados representam 80,8% dos embarques com diferenciação. Os Estados Unidos são o país que mais recebe cafés diferenciados do Brasil, com 1,3 milhão de sacas exportadas, o que corresponde a 21% das exportações da modalidade. A Alemanha ficou em segundo lugar, com 879 mil sacas exportadas (14,1%), seguida pela Bélgica, com 698 mil sacas (11,2%).

 


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